segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Caracterização do Espaço Pedagógico - Gestão Educacional

1 CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO PEDAGÓGICO

1.1  ORGANIZAÇÃO GERAL

1.1.1  Identificação da Instituição
- Nome da Instituição: Escola Municipal Bairro Novo do CAIC Guilherme Lacerda Braga Sobrinho – EIEF
Endereço: Rua Pastor Waldomiro Bileski, 71
Telefone: (41) 3289-3055

- Entidade Mantenedora: Pública – Prefeitura Municipal de Curitba

1.1.2  Caracterização da Estrutura Funcional da Escola

- Modalidades de ensino:

A Escola Municipal Bairro Novo do CAIC Guilherme Lacerda Braga Sobrinho – Ensino Fundamental  possui trinta e cinco turmas de 5ª a 8ª série, num total de alunos 1184 alunos, vinte e três turmas de ciclo, num total de 701 alunos,  na Educação de Jovens e Adultos fase I, 46 alunos, temos três turmas e na Educação de Jovens e Adultos fase II há dezessete turmas, totalizando 492 alunos. Futuramente ofertará educação infantil.

- Horário de Funcionamento da escola

O horário da manhã é das 7:20 às 11:50 horas para 5ª à 8ª série, para os alunos do período da tarde de 5ª série é das 13:10 às 17:40 horas  e para os alunos de ciclo é das 13:30 às 17:30 horas, no período noturno para alunos da EJA I o horário das aulas é das  19:00 horas às 22:00 horas, e professor das 18:00 às     22: 00, sendo que o professor cumpre 1 hora de permanência diária. Para a EJA II o horário é das 18:40 às 22:40 horas. 


1.1.3 Caracterização da Clientela Escolar
- Perfil dos alunos e família:
Nossa Instituição atende alunos oriundos, na sua grande maioria, do próprio bairro em que se localiza a Escola. A faixa etária está entre cinco anos até pessoas mais idosas, em torno sessenta anos, que frequentam a EJA.
O nível de escolarização dos pais ou responsáveis dos alunos encontra-se entre o Ensino Fundamental completo e o Ensino Médio, porém uma boa parte não chegou a concluir o Ensino Fundamental.
O nível sócio-econômico da clientela atendida é classificado na classe média baixa, sendo que a maioria encontra-se trabalhando, seja no comércio, indústria, atividades autônomas e mercado informal, funcionalismo público, dentre outros.
Mas há também um número relevante que encontra–se desempregado, sobrevivendo de trabalhos esporádicos. 
            Apesar do nível socioeconômico da nossa clientela estar na classe média baixa, constatou-se através de questionário aplicado na comunidade escolar, que muitos possuem acesso à informática, frequentam bibliotecas, cinemas. Possuem aparelhos eletrônicos (TV, computador, rádio, máquina de lavar roupa, DVD, geladeiras, entre outros.). O lazer constitui em passeios a parques,praças, shoppings e cinemas.

1.2 ESTRUTURA ADMINISTRATIVA

1.2.1 Regimento Escolar e Regulamento Interno

-       Itens que compõem o índice ou sumário

Das disposições  e preliminares………………….………..……………………………….01
Da localização e propriedade………………………………………………………………..01
Dos princípios e fins da educação………………………………..………………………..01


Do nível e modalidades de educação e ensino…………………………………………..02
Dos objetivos…………………………………………………………………………………...04
Da gestão escolar………………………………………………………………………………05
Do conselho de escola………………………………………………………………………...05
Da constituição e da representação……………………………………………………………06
Do funcionamento do conselho de escola…………………………………………………….07
Das atribuições do conselho de escola……………………..…………………………………08
Da equipe escolar………………………………………………………………………………10
Da equipe pedagógico administrativa………………………………………………………….10
Da equipe docente……………………………………………………………………………….14
Da equipe administrativa………………………………………………………………………...17
Da equipe auxiliar de serviços…………………………………………………………………..18
Do conselho de classe………………………………………………………………………….20
Da biblioteca………………………………………...…………………………………………....22
Dos laboratórios de informática e de ciências.….………………………………………....23
Das instituições auxiliares……………………………………………………………………..24
Da organização e regime didáticos…………………………………………………………..25
Da organização do curso, modalidades, sua estrutura e funcionamento………….....26
Do currículo………………………………………………………………………………….…....27
Da avaliação do aproveitamento escolar, da recuperação de estudos, progressão
da promoção…………………………………………………………………………………...…28
Da avaliação do aproveitamento escolar da recuperação de estudos……………………...31
Da progressão e promoção de alunos……………………………………………………….....32
Da progressão parcial………………………………………………………………………….....33
Da matrícula inicial da matrícula por transferência…………………………………… ....34
Da matrícula inicial……………………………………………………………………………......34
Da matrícula por transferência………………………………………………………………......36
Do aproveitamento de estudos……………………………………………………………..…37
Da classificação…………………………………………………………………………………...37
Da reclassificação………………………………………………………………………………...38
Das adaptações de estudo……………………………………………………………………....39
Da revalidação e equivalência de estudos feitos no exterior…………………………...39
Da regularização da vida escolar……………………………………………………………..40
Da frequência……………………………………………………………………………………..41
Do calendário escolar…………………………………………………………………………...42
Dos registros, escrituração e arquivo escolar……………………………………………...43
Dos instrumentos  de registros de escrituração…………………………………………...44
Do descarte………………………………………………..……………………………………….45
Da responsabilidade e autenticidade…………………………………………………………....45
Dos direitos, dos deveres, das proibições e das medidas disciplinares………..…….46
Da equipe pedagógica-administrativa, da equipe docente, da equipe administrativa
e  da  Equipe auxiliares de serviços……………………………………………………….…46
Dos direitos……………………………………………………………………………………….  46
Dos deveres………………………………………………………………………………………..47
Das proibições……………………………………………………………………………………..51
Das medidas disciplinares………………………………………………………………………..51
Dos alunos………………………………………………………………………………………...52
Dos direitos………………………………………………………………………………………...52
Dos deveres………………………………………………………………………………………..54
Das proibições……………………………………………………………………………………..54
Das medidas disciplinares………………………………………………………………………..56
Dos pais ou  responsáveis……………………………………………………………………..57
Dos direitos……………………………………………………..……………………………….....57
Dos deveres…………………………………………………..…………………………………....57
Das proibições……………………………………………..……………………………………....58
Das medidas disciplinares……………………………,,………………………………………....59
Da avaliação institucional……………………………………………………………………....59
Das disposições prioritárias………………………..………………………………………….60


-       - Atribuições do Pedagogo/Coordenador:

Art. 29 – São atribuições do Suporte Técnico Pedagógico, além de outras que lhe forem delegadas, respeitando a legislação vigente:
I – Coordenar o planejamento das atividades pedagógicas referentes a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e Educação Especial em conjunto com toda a Equipe Pedagógica-Administrativa, bem como proceder a avaliação  contínua do mesmo, a fim de adequá-lo às necessidades do contexto escolar, à legislação vigente e às diretrizes da mantenedora;
II – organizar e coordenar as reuniões do Conselho de Classe, tomando as providências para a efetivação das ações acordadas, de forma a dimensionar a prática pedagógica;
III- identificar as características da comunidade escolar, diagnosticando a realidade e propondo formas de atuação que viabilizem a constante melhoria da qualidade do processo pedagógico;

IV – organizar e participar de reuniões  pedagógico-administrativas e reuniões do Conselho da Escola, quando representantes deste, contribuindo para a efetivação da Proposta Pedagógica;
V – propor, acompanhar e avaliar a organização e aplicação de projetos pedagógicos, junto ao corpo docente objetivando a melhoria do processo educativo;
VI – manter os país constantemente atualizados sobre a vida escolar do aluno, objetivando também esclarecer a natureza das dificuldades, bem como sugerir estratégias para a superação, efetivando a integração família e escola;
VII – detectar e acompanhar, junto com o corpo docente, casos de alunos que apresentem problemas  específicos, tomando decisões que proporcionem encaminhamento e/ou atendimento adequado pela escola, família e outras instituições;
VIII – coordenar e assessorar o processo de seleção de  livros didáticos e de outros materiais didáticos, respeitando critérios previamente estabelecidos e de acordo com a Proposta Pedagógica da escola;
IX – participar de eventos, cursos e assessoramentos e de grupos de estudos, nas  áreas de conhecimento e em sua especialidade, difundindo-os junto ao corpo docente;
X – coordenar processos pedagógicos necessários em casos de  adaptação e equivalência e revalidação dos estudos, classificação e reclassificação, de acordo com a lei vigente;
XI – propor alternativas e fornecer subsídios que possibilitem a atualização e o aperfeiçoamento constante do corpo docente e do processo educativo;
XII – subsidiar a comunidade escolar com avaliações técnicas a respeito de projetos parcerias e de todos os encaminhamentos pedagógicos da escola;
XIII – orientar o professor na seleção, elaboração e utilização de recursos didáticos e tecnológicos adequados às diferentes ações, de acordo com a Proposta Pedagógica;
XIV – assessorar, orientar e acompanhar o corpo docente em suas atividades de planejamento, docência e avaliação, utilizando adequadamente a hora-atividade;
XV – assessorar em conjunto com o Diretor, o cumprimento , rigoroso do Calendário Escolar e o horário estipulado para o funcionamento escolar, garantindo a carga horária e os dias letivos exigidos por Lei;
XVI – responsabilizar-se em conjunto com o Colegiado e Conselho de Escola pelo emprego adequado dos recursos materiais e físicos da escola;
XVII – coordenar e participar da elaboração, efetivação, avaliação e realimentação da Proposta Pedagógica e do Regimento Escolar;
 XVIII -  acompanhar o processo e o registro da avaliação e frequência dos alunos em documentação apropriada, conforme as rotinas pré-estabelecida e o disposto no Regimento Escolar;
XIX – encaminhar e acompanhar registros e pareceres,  junto ao Conselho Tutelar e outras instituições, a respeito das situações –problema detectadas com os alunos na área de competência do órgão educacional;
XX – desenvolver, executar e avaliar projetos que envolvam pesquisa de campo, com embasamento teórico/científico na solução de problemas educacionais;
XXI – elaborar em conjunto com os docentes, o plano de apoio pedagógico para o atendimento de alunos, conforme as necessidades detectadas pelo professor em Conselho de Classe;
XXII – monitorar os processos de avaliação (externa e interna) realizados sobre os docentes e discentes da escola intervindo para  a melhoria da qualidade do processo educativo;
XXIII – desempenhar demais tarefas, típicas da área, quando for solicitado.

1.2.2 Reuniões

-       De pais e de professores:

Essas reuniões são marcadas periodicamente e quando necessárias. Junto aos pais eles são chamados na escola quando o estudante apresenta algum problema de saúde , drogas,  indisciplina ou faltas sendo esse assuntos os mais tratados com os país. Os professores se apresentam com frequência quando solicitado pelo setor pedagógico para apresentar seu relatórios das aulas, frequência e relato da vida escolar do aluno, ensino-aprendizado e problemas enfrentados com indisciplina.

-       Pedagógicas:
-Reuniões de Organização Administrativo-pedagógica para o ano letivo de 2015 estão previstas duas 9/fev e 25/jul.
-Reuniões de Conselho de Classe e/ou Reunião Pedagógica: para o ano letivo de 2015 estão previstas quatro  13/fev, 09/mai, 29/ago e7/nov.

-Reuniões para Organização do trabalho pedagógico Ed. Em tempo integral e/ou anos finais EF para o ano letivo de 2015 estão prevista quatro 28/fev, 13/jun, 17/out e 21/nov.

-       Atendimento da coordenação, orientação e  supervisão com os professores, alunos e país:
As reuniões são feitas através do agendamento pelo pedagogo que solicita a presença dos pais para conversar na escola através de uma solicitação escrita e o agendamento do horário através de contato telefônico. Com a coordenação e professores o interessado conversa com o pedagogo na sala da coordenação  e resolve se for um assunto comum, caso contrario marca o horário.

1.2.3 Plano de Formação Continuada dos Recursos Humanos

A Lei de Diretrizes e Bases, em consonância com a demanda atual do mundo do trabalho, afirma que os sistemas de ensino deverão promover a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes “aperfeiçoamento profissional continuado” e “períodos reservados a estudos, planejamento e avaliação , incluído na carga de trabalho”
A partir da definição da especificidade da tarefa do educador, é possível pensar nos espaços e nas estratégias necessárias à sua formação. É necessário que a capacitação do professor seja coerente com os princípios que se quer que ele aprenda e aplique, fazendo-os tomar consciência dos conceitos que estão em jogo e da forma como se desenvolvem as situações de aprendizagem. A situação de capacitação deve ser um exercício ou exemplo daquilo que se quer ele desenvolva na sua prática pedagógica.
Quando falamos em educação continuada estamos falando de um profissional que está no pleno exercício de sua atividade a prática docente. A prática pedagógica é, por um lado, o ponto de partida da formação na medida em que vai indicar a demanda para a capacitação. Por outro lado, a prática é o próprio objeto da capacitação. As ações de formação precisam partir de uma reflexão, de uma tematização ou problematização da prática do professor.
A formação continuada vem de encontro ao fato de que, na sociedade do conhecimento e no mundo do trabalho será preciso achar formas de continuar aprendendo sempre e desenvolver-se profissionalmente. No caso do professor, a escola é o contexto privilegiado da formação continuada, o lugar para continuar aprendendo e se desenvolver profissionalmente.
Nesse sentido a escola já vem organizando estudos, discussões e encaminhamentos metodológicos em suas permanências, com vistas a formação
dos seus professores.  Nas permanências tem-se um momento de leitura e discussão sobre temas referentes às questões pedagógicas e num outro momento é destinado para planejamento e definição das questões metodológicas a serem trabalhadas naquela semana à partir dos conteúdos que já estão sendo trabalhados, bem como levantamento de dados e diagnosticando as  dificuldades encontradas e quais são as estratégias e encaminhamentos que devam ser assumidos pela EPA, pelos professores, pais e os  próprios alunos.
A Semana de Estudos Pedagógicos, é outra oportunidade onde os profissionais têm de buscarem maior aperfeiçoamento, visando a melhoria da qualidade de ensino.            Acreditamos que ainda temos muitos a avançar nessa discussão e a nossa Escola não somente propõe a formação continuada dos professores, mas de todos os funcionários da escola, entendendo que todos somos profissionais da educação e que necessitamos ter um projeto pedagógico para toda comunidade escolar, inclusive pais e alunos com vistas a uma educação pública de qualidade.





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